domingo, 19 de outubro de 2008

Deu saudade de dois meninos.

Um casal tinha dois filhos que eram uns capetas.
Os pais sabiam que se houvesse alguma travessura onde
moravam, eles com certeza estariam envolvidos.
A mãe dos garotos ficou sabendo que o novo padre da
cidade tinha tido bastante sucesso em disciplinar crianças Então ela
pediu a ele, que falasse com os meninos.
O padre concordou, mas pediu para vê-los separadamente.

A mãe mandou o filho mais novo.
O padre, um homem alto com uma voz de trovão, sentou
o garoto e perguntou-lhe austeramente:
- Onde está Deus?
O garoto abriu a boca, mas não conseguiu emitir
nenhum som. Ficou sentado, com a boca aberta e os olhos arregalados.
Então, o padre repetiu a pergunta num tom ainda mais severo: o garoto

não conseguia emitir nenhuma resposta. * *
O padre levantou ainda mais a voz, e com o dedo no
rosto do garoto berrou:
- ONDE ESTÁ DEUS ?????????
O garoto saiu correndo da igreja direto pra casa e
trancou-se no quarto.
Quando o irmão mais velho o encontrou, perguntou:
- O que aconteceu?
O irmão mais novo, ainda tentando recuperar o
fôlego, respondeu:
- Cara, desta vez tamo fu_di_do. DEUS sumiu, e acham
que foi a gente!!!!!

sábado, 18 de outubro de 2008

Seqüestro em Santo André.

Acompanhamos o caso do seqüestro em Santo André – SP, durante a semana e ontem assistimos ao seu trágico desfecho. Antes de emitir qualquer opinião a respeito da ação , gostaria de externar a sensação sufocante que sentia quando o assunto era vinculado na televisão, essa sensação era provocada pela incapacidade de dizer aos órgãos de imprensa - ali não existem heróis, ali existe uma erupção de problemas, e logo-logo haverá decepção e tragédia.
Eu digo isso não porque sou alguém que possa prever o futuro, pelo contrário, mas pelo conhecimento e análise de situações anteriores, como por exemplo a vivida no Rio de Janeiro – RJ, no episódio do ônibus 174, como vimos não se pode transformar um criminoso em um herói, por mais vítima da sociedade que ele possa ser, a decisão foi dele, ele quis estar ali e sofrerá as conseqüencias.
Nos casos de gerenciamento de crise com tomador de refém há uma tendência da sociedade se sensibilizar com as causas, apontadas pelo criminoso como geradoras de sua atitude desesperada. Logo aparece a família em cena, assim como os amigos e todos aqueles que tenham participado ou participam da vida, da formação do caráter e que convivem com o seqüestrador.
Assim também ocorre com as vítimas, os reféns, que são aqueles que sofrerão as maiores conseqüências, físicas, e, o que é pior, as seqüelas psíquicas que as acompanharão para o resto da vida.
Mas o que de fato temos que tomar por lição? O que devemos aprender com tudo isso? Se por um lado o crime jamais pode compensar, por outro lado não podemos igualmente admitir que inocentes paguem com a vida. Em se tratando do drama humano demosntrado em tais situações, tenho minhas opiniões que não cabem aqui e agora, mas chamo a atenção para o fato de sermos seres individuais sim, mas não devemos ser egoístas ao ponto de agredirmos, de violentarmos, de violarmos o grupo social a que pertencemos, de colaborarmos para a sua cisão, de ignorarmos o seu equilíbrio, antes de agredir, antes de se desesperar, peça ajuda! A família, aos amigos, as autoridades, e até a um desconhecido, você nunca está sozinho!
E aos gerenciadores de crise, tenho uma opinião, isolem a área dos sensacionalistas e não se deixem levar pela vaidade, o sucesso da missão só os tornarão melhores profissionais e ponto final, já os insucessos transformar-lhes-ão em incompetentes incondicionais.