Tenho que concordar com Ruth de Aquino colunista da Revista Época, em seu artigo intitulado " O preconceito das Mayaras", nós não devemos fomentar o racismo, o preconceito e a intolerância. Além disso, temos que nos lembrar que somos o mesmo povo - " O Brasileiro".
Não devemos nos esquecer que o Nordeste, no passado, movimentou a economia em nível mundial, com o ciclo da cana de açúcar, já na época colonial, Pernambuco dava certo. Historicamente deixada de lado pelas dificuldades geográficas, a Região Nordeste ainda possui importância estratégica para o Brasil, o chamado saliente Nordestino é a menor distância na travessia do Atlântico, é a ponte entre a África, Ásia e a Europa, é um dos melhores locais do mundo para lançamento de satélites, etc.
Na atual fase de nosso desenvolvimento, e com o papel de um dos principais atores do momento econômico, falar de Nordeste é atrair investimentos, é aplicar com a certeza de retorno, a infraestrutura no Nordeste está viabilizando a implantação de polos industriais, interligados por portos , rede rodoviária, e Aeroportos.
A roda da História tratará de trazer de volta o próspero Nordeste, agora sem preconceitos raciais fruto do escravagismo, melhor estruturado e com alto valor humano (O nordestino é antes de tudo um forte).
"O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão" (Antônio Conselheiro).
Mas, poderá ser um mar de evolução, um mar de desenvolvimento, uma mar de igualdade, um mar de oportunidades...enfim um mar de Rosas.