O amor é a arma dos puros
Desarma os corações magoados
Os espíritos embrutecidos
As mentes perigosas
O amor nunca é suficiente
Mas, minimamente necessário
Jamais pode estar ausente
Só sente amor quem quer
Feito que é sempre uma escolha
Quem sofre por não ter amor
Não conhece a si próprio
Falta-lhe ter o próprio amor
O amor próprio
Quem sofre da falta, desdenha quem possui
Envergonha-se em falar
Teme em sentir
Transforma em trocadilho
Concretizando a –“amargura”
O amor é a arma dos puros
Não se espante
Arme-se o quanto antes
Quanto a pureza,
O amor primeiro desarmará nossos corações
Lapidará nossos espíritos
Civilizará as nossas mentes
Então saberemos usar o amor como arma.
Ulisses Tavares Neves
Desarma os corações magoados
Os espíritos embrutecidos
As mentes perigosas
O amor nunca é suficiente
Mas, minimamente necessário
Jamais pode estar ausente
Só sente amor quem quer
Feito que é sempre uma escolha
Quem sofre por não ter amor
Não conhece a si próprio
Falta-lhe ter o próprio amor
O amor próprio
Quem sofre da falta, desdenha quem possui
Envergonha-se em falar
Teme em sentir
Transforma em trocadilho
Concretizando a –“amargura”
O amor é a arma dos puros
Não se espante
Arme-se o quanto antes
Quanto a pureza,
O amor primeiro desarmará nossos corações
Lapidará nossos espíritos
Civilizará as nossas mentes
Então saberemos usar o amor como arma.
Ulisses Tavares Neves

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