No deserto areias mudam de lugar
eu ando em um Andaluz
Estrangeiros, forasteiros e passageiros
Somem, ficam para trás
Somem, ficam para trás
Não há nativos e somos estranhos
Porém, estamos adaptados
Poeiras correm comigo
Suspensas como o perigo
Que anda lado a lado
Rajadas de vento abrandam o calor
Que anda lado a lado
Rajadas de vento abrandam o calor
Não percebo, mas pisco
E sempre o cenário muda
O verde vem misturado ao azul
é tomado por um tom dourado
O verde vem misturado ao azul
é tomado por um tom dourado
O céu se abre em constelações
A escuridão espalha-se pelo chão
A óptica não é ilusão
É sonho e semiótica
Simbioses de futuros que virão a ser realidade
Hora de retornar, acordar mais uma vez
Após resgatado, já não há tempo perdido
O dia é revelado, não há mistério
O sono é um ensaio do amanhã
Por isso, Inconscientemente, sabemos o que fazer
Já não temos mais medo
(Ulisses Tavares Neves)
A escuridão espalha-se pelo chão
A óptica não é ilusão
É sonho e semiótica
Simbioses de futuros que virão a ser realidade
Hora de retornar, acordar mais uma vez
Após resgatado, já não há tempo perdido
O dia é revelado, não há mistério
O sono é um ensaio do amanhã
Por isso, Inconscientemente, sabemos o que fazer
Já não temos mais medo
(Ulisses Tavares Neves)

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